Com uma abordagem moderna, oferecemos a você tudo que há de melhor em tratamentos de cirurgia plástica, com foco voltado para a satisfação e bem-estar de nossos pacientes.
O objetivo maior é atender com carinho, excelência e serviços personalizados.
O Lifting e Minilifting corrigem os efeitos do tempo sobre a face e pescoço
Rejuvenescimento Facial oferece a oportunidade de redefinir a aparência, fazendo com que a pele se sinta e pareça mais saudável e atraente
Atualmente, a Medicina Estética oferece diversos procedimentos para o rejuvenescimento facial, dentre elas o Minilifting e o Lifting, indicados para tratar as rugas da face e do pescoço. O Minilifting é recomendado quando a flacidez abrange o rosto sem grandes alterações na fisionomia. Assim, o Minilifting é feito a partir dos 35 anos aproximadamente, quando começam a aparecer os primeiros sinais de envelhecimento.
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As cirurgias podem deixar uma cicatriz de recordação
Fazer uma cirurgia plástica é um desejo da maioria das pessoas, principalmente das mais vaidosas. Entretanto, muitos desconhecem que mesmo em casos bem sucedidos, as cirurgias podem deixar uma cicatriz de recordação. Isso acontece porque a cicatriz é gerada pelo corte feito na pele, e independente do tipo de sutura utilizada para juntar novamente a pele, o resultado final será, irremediavelmente, uma cicatriz. Mesmo com as mais modernas técnicas de sutura, como as chamadas "colas biológicas", não tem como escapar desse fato.
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Cirurgia Plástica: O que é verdade?
o cirurgião plástico zela pelo em estar físico e emocional dos pacientes, sempre fazendo prevalecer os princípios que regem a medicina como um todo, pontuando bom senso como regra profissional e priorizando conceitos éticos.
Plástica e Aspectos Emocionais envolvidos no Ato Cirúrgico.
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Rinoplastia
Rinoplastia: cirurgia conhecida e bem realizada, exige técnicas e cuidados específicos para preservar a naturalidade da face
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Envelhecimento Natural
A MELHOR HORA PARA PEQUENOS RETOQUES É A HORA QUE SE PERCEBE A NECESSIDADE DELES
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cicatriz e cigarro
O fumo diminui a circulação da pele e com isso afeta a cicatrização da pele depois da cirurgia.
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PEQUENOS RETOQUES FAZEM A DIFERENÇA
Hoje já existe uma maior e melhor conscientização, encaminhando as pessoas a preocuparem-se também com o rosto já a partir dos 30 anos.
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Problemas psicológicos - Transtorno Dismórfico
A dismorfofobia ou transtorno dismórfico corporal ou síndrome da distorção da imagem é um transtorno psicológico caracterizado pela preocupação obsessiva com algum defeito inexistente ou mínimo na aparência física. Esta fobia de ter um aspecto anormal é observada com mais frequência nos adolescentes, de ambos os sexos, estando relacionada com as transformações ocorridas na puberdade. Pode ocorrer também em adultos ( neste caso com mais frequencia em mulheres, embora homens também sejam acometidos)
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Esmaltes nas unhas antes da cirurgia plástica
As pacientes que irão se submeter a cirurgia plástica deverão usar um esmaltes clarinhos antes da cirurgia.
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Remédios antes da Cirurgia Plástica
Medicações que alteram a coagulação do sangue devem ser evitados antes por 2 semanas antes da cirurgia.
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Quelóide e Cicatriz Hipertrófica
Diferenças entre quelóide e cicatriz hipertrófica.
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Drenagem linfática manual
Drenagem linfática manual
Reduz edemas (inchaços) em qualquer região do corpo ou do rosto. É largamente utilizada no pós-operatório da cirurgia plástica, além de tratar outros tipos de eventos pós-traumáticos. Também é indicado em tratamentos de linfedema crônico e insuficiência venosa
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Carboxiterapia
Carboxiterapia
Tratamento de origem italiana, indicado para gordura localizada, celulite e flacidez. Consiste em injeções de CO2 (gás carbônico) que agem diretamente sob a pele, promovendo a ruptura das células de gordura e aumentando a circulação sangüínea.
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Intradermoterapia
Intradermoterapia
Em cada estria são aplicadas micro-doses de medicamentos, injetados com agulhas finíssimas, a fim de recuperar os tecidos lesados. A escolha do medicamento vai depender do tipo de estria. Quando antiga é preciso estimular a formação de colágeno e fibras elásticas. Se as estrias forem esbranquiçadas também é necessário pigmentá-las através de estímulos para produção de melanina (pigmento de cor). “Consegui também por meio desse método o nivelamento de estrias deprimidas”, afirma a Dra. Gurevich. Isoladamente, continua sendo a técnica mais efetiva de tratamento para estrias e só pode ser realizada por médico qualificado. Para obter resultados são necessárias aplicações semanais, totalizando 10 sessões.
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Cirurgia Rejuvenecedora
Cirurgias rejuvenescedoras
Homens com idade mais avançada optam pelo procedimento pensando no mercado de trabalho
As cirurgias e procedimentos de rejuvenescimento estão em alta entre o público masculino. Cada vez mais, os homens com idade mais avançadas buscam as clínicas para melhorar a aparência e, assim, conquistar um destaque maior no mercado de trabalho.
A correção das pálpebras, a blefaroplastia, é a cirurgia mais procurada na tentativa de deixar a fisionomia mais jovem. "Essa cirurgia é indicada quando as pálpebras estão flácidas e caídas, com excesso de pele ou bolsas de gorduras nas regiões inferiores ou superiores, que dão um aspecto cansado ao rosto", explica o cirurgião plástico e especialista em cirurgias de face, Dr. Marco Cassol.
Justamente por cuidar de estética em seu consultório, o dermatologista Juliano Ferreira, de 36 anos, decidiu melhorar a aparência e passou por uma intervenção na face há alguns meses. “Chega uma hora em que começa a cair tudo com a idade. A ponta do nariz, os olhos. Os pacientes querem que o médico cuide da estética também. Foi o que eu fiz”, explica.
A diferença logo foi percebida e Juliano passou a dica aos colegas de profissão. “Mandei o pessoal começar a levantar tudo, a irem atrás. Pode até ser coincidência, mas parece que me indicam mais. Notei uma melhora quando fui fazer um botox e paciente me disse: ‘quero fica com o rosto igual ao seu’”, conta aos risos.
Quase sempre a aparência de fadiga é resultante de um conjunto de fatores. Desta forma, após uma avaliação do médico, também pode ser indicado um tratamento clínico contra rugas e olheiras, bem como peelings para melhorar a pele e obter um resultado harmonioso. "Quem está com a face cansada e caída devido a flacidez, a melhor indicação é o minilifting", aconselha Dr. Cassol.
Segundo o próprio médico, muitas vezes os procedimentos são sugeridos pelo RH das empresas, que orientam diretores e executivos a investirem no visual. Além de melhorar a autoestima, as mudanças também proporcionam uma melhora nas relações profissionais e pessoais.
A dica é que cirurgia no rosto seja feita o mais precocemente possível, tão logo comecem a aparecer as rugas. A pessoa ficará com o aspecto jovem desde o início das marcas indesejadas.
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Próteses de Silicone e Lipoaspiração vira febre entre as mulheres
Próteses de Silicone e Lipoaspiração vira febre entre as mulheres
Seios fartos ou pequenos, com maior flacidez ou não, não importa. Graças à cirurgia plástica moderna, é possível melhorar e dar nova forma às mamas, a fim de conquistar a harmonia corporal, se sentir mais bela e elevar a auto-estima.
As próteses tornam os seios mais atraentes. E a melhor parte da história é que elas são totalmente seguras e versáteis. As modernas técnicas de cirurgia plástica possibilitam aumentar, reduzir, levantar e dar nova forma às mamas.
A realização da cirurgia de mamas, também conhecida como Mastoplastia é um procedimento para correção dos seios. Não abrange apenas aspectos estéticos, mas também de saúde, como dores nas costas, desconforto, problemas nos sistemas circulatório e respiratório, entre outros. Os procedimentos da cirurgia plástica das mamas são a mastoplastia de aumento, de redução e de levantamento (mastopexia).
Aumento
É indicada às pessoas que têm insuficiência de volume mamário, e pode ocorrer naturalmente ou após a amamentação. O implante utilizado para esse fim é prótese mamária de silicone, pode ser lisa ou texturizada.
O cirurgião Plástico Marco Cassol esclarece que existem dois espaços para alojar o implante: sub-glandular e sub-muscular. O primeiro é o espaço mais comum e mais fisiológico. O segundo é reservado para casos em que o tecido mamário é muito escasso ou quando é necessário retirá-lo por estar doente ou ainda em pacientes que tenham grande perda ponderal e muita flacidez.
“A via de acesso é por onde o cirurgião realiza as manobras cirúrgicas para confecção de um espaço de forma semelhante a da prótese, de tal modo que a mesma fique alojada adequadamente. Ela pode ser areolar, no sulco sub-mamário ou axilar. A escolha é feita por ocasião da consulta. De suma importância é avaliar o tamanho da prótese a ser introduzida”, explica o especialista.
A anestesia pode ser local ou geral; a duração da cirurgia é de 2 horas e a paciente pode sair do hospital no mesmo dia, se estiver em condições. É aconselhável o uso de sutiã modelador por 2 meses. Cuidados pós-operatórios são essenciais na estabilidade do resultado. Após sete dias, a paciente pode voltar às suas atividades normais de trabalho.
Redução
Sua principal indicação é para aliviar o desconforto físico e estético. As incisões são feitas nos lugares menos visíveis e a técnica operatória depende da forma e tipo das mamas, como a de T invertido, cicatriz em L e Periareolar, as mais comuns.
Geralmente, a cirurgia é realizada sob anestesia peridural, no entanto pode-se utilizar sedação e anestesia local. O preparo operatório consiste em uma avaliação física do local para definir o tipo de técnica a ser utilizada e também das condições gerais da paciente.
O tempo cirúrgico é de aproximadamente 2 horas e a paciente pode ter alta hospitalar no mesmo dia ou pernoitar. O período de recuperação é de 2 a 3 meses, mas a paciente pode voltar a sua atividade profissional após 15 dias. As mamas operadas respondem normalmente a lactação. É uma operação de meio e não de fim, cuja durabilidade do resultado depende das condições gerais de cada pessoa.
“É uma cirurgia de risco comparável a qualquer outra realizada em pacientes em condições normais de saúde”, alerta o cirurgião.
Levantamento das mamas
Após a puberdade os seios são rígidos devido a maior quantidade de glândulas do que de gordura. Com o tempo, o tecido glandular diminui e a gordura aumenta, resultando em ptose mamária, isto é, a queda da mama. Outro fator importante na aceleração desse processo é a gravidez. O estimulo hormonal é que irá determinar o quanto a mama vai aumentar durante a lactação. As mamas que tiverem um estímulo hormonal importante irão aumentar muito e terão maior chance de ptose após a amamentação.
O procedimento de levantamento das mamas, mastoplastia de elevação ou mastopexia, consiste em retirar o excesso de pele e tecido mamário existente, suspendendo o seio. Segundo Dr.Cassol “as incisões são feitas ao longo das pregas naturais da mama e na aréola, além da incisão em torno da aréola marcando a nova posição do mamilo. A pele da parte inferior da mama é removida e a aréola, o mamilo e o tecido mamário são deslocados para a posição superior”. Dependendo da extensão do procedimento, a cirurgia de elevação das mamas dura em média três horas.
Alguns cuidados são fundamentais para se chegar a bons resultados. Eles começam com a escolha de uma clínica de estética bem conceituada no ramo de cirurgia plástica e a escolha do cirurgião, além de cuidados já no pré-operatório e, principalmente, após a cirurgia, para se alcançar o resultado esperado.
Mas, não é só as mamas que andam mexendo com a vaidade feminina, a lipoaspiração também. Conseguir perder as gordurinhas não é tão fácil, requer tempo, força de vontade e disciplinas física e alimentar. Não adianta malhar um dia inteiro e só voltar na academia duas semanas depois, ou quando tiver um tempinho. Para perder as gorduras localizadas e ganhar nova forma, o corpo precisa ser estimulado freqüentemente, seja por meio de caminhada, ginástica ou tratamento estético.
A lipoaspiração não é um substituto das dietas, mas promove a remoção das gorduras que não respondem aos tratamentos de emagrecimento ou aos exercícios físicos. É o método mais rápido e efetivo de retirar as gorduras localizadas. Com ela é possível esculpir o corpo, realizando a lipoescultura, que consiste em retirar a gordura de algumas áreas (abdome, costas, flancos, culotes e coxas), colocando em outras (nádegas, retrações naturais, depressões de celulite). “A melhor indicação da lipoaspiração é o paciente que apresenta gordura localizada e que está dentro da sua faixa normal ou um pouco acima do seu peso. Pessoas com sobrepeso também podem realizar o procedimento, mas a lipoaspiração não está indicada para o tratamento da obesidade”, afirma Dr. Cassol.
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Cirurgia plástica ajuda a turbinar a carreira
Número de pacientes que faz a intervenção por conta do trabalho cresce 15% ao ano
Suzane G. Frutuoso - Jornal da Tarde
Jovial e dinâmico. Jovial e dinâmico. Jovial e dinâmico… Essas duas palavras vêm martelando na cabeça de profissionais na faixa entre 40 e 50 anos. A importância da aparência, numa sociedade que exalta a juventude, se tornou fundamental para a permanência no mercado de trabalho e no jogo das promoções.
Tanta preocupação criou uma nova demanda nos consultórios de cirurgiões plásticos. Nos últimos cinco anos, começou a ser registrado um aumento de 15% ao ano no número de pacientes que aparecem com o objetivo de mudar algo para se manter no emprego e passar o recado de que ainda são capazes.
“As pessoas chegam dizendo que estão competindo com gente jovem e bonita pelas melhores colocações”, diz o cirurgião plástico Carlos Alberto Komatsu, presidente da regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC).
Entre os procedimentos mais pedidos estão a blefaroplastia (que levanta a pálpebra e retira bolsas de gordura abaixo dos olhos) e o mini-lifting de papada. As lipoaspirações também estão na lista, assim como os liftings faciais para amenizar rugas.
Parecer cansado, triste e bravo são as principais queixas dos profissionais. As mulheres são maioria. Mas os homens já são cerca de 30% dos clientes, que incluem executivos, advogados, dentistas, funcionários de banco e uma infinidade de posições nas quais é necessário lidar com o público.
“A jovialidade ajuda no networking e na vida social. E as empresas também relacionam boa aparência e saúde. Não é só ser bonito. Indica cuidado com alimentação, tempo para exercícios físicos, não beber e não fumar. Atitudes que não causarão prejuízos para o empregador no futuro”, diz o cirurgião plástico Alexandre Barbosa, sócio da Clínica de Cirurgia Plástica de São Paulo.
No primeiro semestre do ano passado, ele realizou 68 cirurgias em que os pacientes confirmaram querer mudanças físicas focando melhores colocações profissionais. Desde janeiro, o número já chega a 122 operações.
O cirurgião plástico Wagner Montenegro, dono da clínica que leva seu nome, em São Paulo, diz que uma parcela considerável dos pacientes se submete à plástica quando pretendem trocar de empresa. “Eles vão para as entrevistas de emprego com uma postura diferente, mais seguros.” Segundo o especialista, uma de suas pacientes mudou três vezes de empresa em um ano por receber propostas cada vez melhores após a plástica.
Mostrar apreço por si próprio, com uma imagem de energia e motivação, é saudável. Mas para a psicóloga Adriana Gomes, coordenadora acadêmica da área de pessoas e do centro de carreiras da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), afirmar que a empregabilidade depende de uma mudança física pode ser desculpa. “A dificuldade atual das pessoas em se reconhecer no envelhecimento é absurda. Dizer que a plástica é por causa do trabalho disfarça o real desejo que é ser parte do modelo estético que se consome hoje.”
Montenegro exige que os pacientes passem pela psicóloga em sua clínica para identificar aqueles que possam estar obcecados com a imagem. “Barramos os que querem resolver insucessos profissionais com modificações estéticas.” Já Komatsu insiste com os pacientes sobre os riscos da anestesia e o incômodo do pós-operatório. “Infelizmente, tem quem acredite que uma plástica é como ir ao salão de beleza. Uma banalização que deve ser combatida.”
Boa aparência
A bolsa debaixo dos olhos vinha incomodando o publicitário Adolfo Tolosa, 49 anos. Diretor comercial de uma editora, resolveu se submeter a uma cirurgia plástica em junho do ano passado para retirada dessa gordurinha. “Lido com público e clientes. Não queria passar uma imagem que não corresponde ao que sou.”
Tolosa diz que as bolsas passavam impressão de “cara de bêbado ou de sono”. Vaidoso, pensa em até o fim do ano levantar a pálpebra. Também frequenta academia, só usa roupa passada no mesmo dia e trata os pés com podóloga. “É importante se sentir bem e contagiar as pessoas com essa sensação. Ajuda até a melhorar o ambiente de trabalho.”
Ao escolher um profissional para uma vaga, o publicitário diz levar em consideração a aparência do candidato. “Não é discriminação. É uma questão do que será melhor para a empresa. Quem demonstra cuidado com a apresentação indica que sabe se organizar a ponto de ter tempo para si mesmo”, conta Tolosa. Para ele, quem está acima do peso, por exemplo, sempre vai parecer ter menos força de vontade.
Casos de preconceito com a aparência já foram presenciados pela secretária executiva Sandra Deco, 45 anos. “Em uma dinâmica de grupo, a coordenadora falou que a empresa se preocupava com o risco de um funcionário ficar doente. Ela falou olhando diretamente para uma moça obesa, que não foi selecionada”, afirma.
Ciente de que a discriminação existe, inclusive em relação à idade, Sandra se cuida. Há pouco mais de dez anos, fez uma cirurgia na pálpebra. “Minha satisfação aumentou, coloquei mais energia no trabalho e fui promovida”, diz. Em maio, tirou também a bolsa na parte inferior dos olhos “para tirar o ar cansado”. Para ela, boa aparência significa organização e autoestima. E dentes, unhas, cabelo, maquiagem e roupa devem estar sempre impecáveis. “Até nisso a competição é acirrada.”
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Queixas sobre forma do nariz podem indicar sinais de doença mental
Uma a cada três pessoas que procura a rinoplastia – cirurgia plástica do nariz – têm sinais de transtorno dismórfico corporal, uma condição de saúde mental em que a pessoa tem uma preocupação exagerada com ligeiros defeitos, reais ou imaginários, na aparência. As descobertas são de um estudo, publicado recentemente na edição de agosto da Plastic and Reconstructive Surgery, realizado com 266 pacientes avaliados por cirurgiões plásticos na Bélgica, durante um período de 16 meses.
Os pacientes – todos candidatos a fazer uma rinoplastia – foram convocados a responder um questionário para avaliar os sintomas de transtorno dismórfico corporal. Entre aqueles que procuram o procedimento por razões médicas – para corrigir um problema de respiração, por exemplo – apenas 2% dos pacientes apresentaram sintomas da doença. Mas entre os pacientes que procuram mudar o seu nariz por razões cosméticas, 43% mostraram sinais da doença, expressando uma preocupação razoável e muita angústia em relação ao próprio corpo, apesar de apresentarem narizes que “eram relativamente normais”. Ao todo, 33% dos participantes do estudo apresentaram sintomas da doença.
A pesquisa apresenta uma taxa surpreendentemente alta de transtorno dismórfico corporal entre pacientes que procuram a rinoplastia. Estudos anteriores demonstraram que cerca de 10% dos pacientes que procuram a cirurgia plástica sofrem desta condição. Neste estudo recente, os pesquisadores não encontraram nenhuma relação entre o nível de transtorno dismórfico corporal e o nível de “anormalidade no nariz”. Em muitos casos, os pacientes, que mostravam sinais da doença, muitas vezes, estavam reclamando de narizes que a maioria das pessoas consideraria normal.
Os pesquisadores apontaram que novos estudos são necessários para determinar se as pessoas que procuram a rinoplastia têm maiores taxas de transtorno dismórfico corporal do que aquelas que procuram outras cirurgias estéticas, tais como o lifting facial, por exemplo.
O que é preciso esclarecer…
“Mesmo diante dos resultados encontrados, é importante destacar que uma pessoa que demonstra angústia com sua aparência, por causa de um nariz muito proeminente ou disforme, não necessariamente apresenta sinais de transtorno dismórfico corporal”, esclarece o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada.
“Sabemos que a insatisfação com a imagem corporal é algo comum e é ela que nos leva a procurar um cirurgião plástico. Mas, a partir do momento em que esta insatisfação começa a interferir no nosso dia-a-dia, impedindo-no de manter relações sociais normais – como um namoro ou um trabalho – devemos nos preocupar, pois os pacientes com muitos sintomas de dismorfia corporal são incapazes de manter uma rotina saudável”, explica Ruben Penteado.
Segundo um dos autores do estudo, David B. Sarwer, é normal estar insatisfeito com a própria aparência, mas a maioria das pessoas saudáveis não permite que “pequenas falhas faciais” ou “corporais” atrapalhem suas vidas. Já os pacientes com dismorfia corporal transformam “a falha” numa obsessão, num pensamento fixo, que nunca sai de suas mentes. Estas pessoas estão sempre pensando em seu nariz, verificando a própria imagem no espelho ou numa superfície reflexiva, além de evitarem situações em que as pessoas possam ver seu perfil. Toda esta angústia pode dificultar muito a concentração nos estudos ou no trabalho.
A Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos não recomenda a rinoplastia para pacientes que apresentam dismorfia corporal. “É um erro operar estas pessoas porque as chances de que estes pacientes fiquem satisfeitos depois da cirurgia são mínimas, não importa o quão boa a forma do nariz possa se apresentar, depois da rinoplastia”, avalia o diretor do Centro de Medicina Integrada.
Na prática clínica, conta Ruben Penteado, é comum encontrar pacientes que claramente apresentam sinais de transtorno dismórfico corporal, mas, muitas vezes, é difícil convencê-los a procurar a terapia. “Muitas vezes os pacientes que têm este problema não conseguem olhar para si mesmos, para suas necessidades. É difícil até mesmo fazer contato visual. Estes pacientes tendem a se fixar no espelho na sala de exames e olham para si todo o tempo”, conta Ruben Penteado, que é membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
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